[MISSÃO OP | Gwendolyn Rousteing Hale] A Rainha do Nilo

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[MISSÃO OP | Gwendolyn Rousteing Hale] A Rainha do Nilo

Mensagem por Perséfone em Sab Out 27, 2018 8:54 pm

A Rainha do Nilo
A mais famosa rainha egípcia, Cleópatra, tinha um legado gigantesco, que envolvia tanto sua imensa beleza, quanto sua inteligencia, mas também, por ter se envolvido com Marco António, um imperador romano. Mas o fato mais desconhecido de todos, era que a rainha egípcia, era uma semideusa, filha de Eros e legado de Athena, que era uma das mais fiéis seguidoras de Hera, a deusa do casamento. Que viu sua protegida ter um caminho glorioso, mas que também, viu sua morte e seu suicídio. E fez de tudo, para que o legado de sua protegida ficasse bem preservado. Até que há alguns dias, um historiador divulgava uma notícia chocante.

Cleópatra, a rainha mais famosa do Egito é uma total fraude e invenção!

Furiosa com tal difamação  a rainha dos deuses surgiu para a lider de seus campeões e ordenou-a ir para o Egito, onde deveria buscar alguma coisa para provar o legado de sua antiga seguidora e em seguida, encontrar qual tenha sido a prova que provava a fraude e por fim, a destruir, já que a rainha do Olimpo protegia o legado de seus seguidores mais famosos, mesmo após a morte.

Adendos


— Como a missão envolve um contexto histórico, você possui exatos 60 dias para postar.
— Você deve provar a inocência de Cleópatra de algum jeito, pesquise sobre ela, leia dos crimes e faça como achar melhor.
— Em um ponto da missão, você irá parar no Museu do Caido, no local de descanso da antiga rainha e Hera lhe presenteara com duas visões, uma seguida da outra. A primeira visão, será dos últimos dias de Cleópatra e seu suicídio, a segunda, você estará com a rainha, tendo uma conversa com ela.
— Assim que sair do Museu do Cairo, uma quimera te atacara. Você no final, encontrará Momo, que na verdade era o historiador, mas não terá luta. Você na conversa, descobrirá que ele armou para a rainha por pura diversão e ele te prenderá em uma sala escura e deverá escapar.
— No final, deverá de algum modo, provar as palavras de Momo para a deusa.
— Caso falte algum dos itens, ou seja incompreensível a presença, descontos ocorrerão.
— Armas e poderes usados sempre em spoiler, caso contrário serão anulados e penalizados.
— Sem cores berrantes ou template muito fino, ou letra pequena, isso gera descontos E sem template com Barra de rolagem, obrigada.
— Dúvidas MP, whatsapp o que achar melhor, pode encher de dúvidas.
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Re: [MISSÃO OP | Gwendolyn Rousteing Hale] A Rainha do Nilo

Mensagem por Gwendolyn Rousteing Hale em Sab Out 27, 2018 11:34 pm

Missão One Post: A Rainha do Nilo
Gwendolyn Rousteing Hale, Líder dos Campeões de Hera

Estava no chalé de Hera junto dos campeões cuidando de meus arcos quando fui surpreendida pela presença de Hera.  A deusa surgiu e naquele instante me curvei para ouvi-la — Sim senhora, o que deseja? — ela não deu rodeios, mas parecia enfurecida com alguma coisa. Levantei-me imediatamente e a encarei nos olhos para dar atenção à seu pedido... Por fim acabei ficando surpresa com o que ela havia me dito. Não era comum termos missões que nos levasse para tão longe — Devo chamar quantos campeões para isso, senhora? — Ela logo me disse que desejava que isso fosse feito apenas por mim, então assenti com firmeza — Considere feito.
 
Assim que a deusa sumiu comecei a me preparar. Peguei minha bolsa, coloquei tudo o que levaria dentro dela, chamei Aegon, que estava no chão ao lado da minha cama, e sai do chalé de Hera seguindo para a Casa Grande. No caminho comecei a ignorar todos ao meu redor e fui em direção à Quiron que estava logo na entrada da casa grande conversando com outro semideus. Parei poucos passos dele e o encarei ansiosamente esperando que ele dispensasse o garoto, quando o fez parti mais alguns passos para evitar ser ouvida — Não tenho tempo para explicar, preciso fazer algo para Hera, mas preciso que me ajude com uma coisa... Me fale sobre Cleópatra... — ele me levou para dentro e em pensamento pedi que Aegon ficasse do lado de fora de guarda e que não deixasse ninguém nos interromper.
 
Quando acabamos de conversar sai da Casa Grande com poucas informações sobre ela, na verdade nada que me ajudasse demais. Quiron era ótimo contador de historias, mas ele não era uma enciclopédia — Deixa, vou pesquisar mais quando estiver no Egito — afirmo. Logo ele me questiona como eu faria para chegar ate lá — Vou montada no Aegon, ele é mais rápido que qualquer coisa por aqui. Não se preocupe e não precisa avisar a ninguém onde fui, não quero que os campeões saibam. — peço a ele e lhe aceno me despedindo antes que ele falasse mais alguma coisa. Não precisei nem me mover ou falar para que Aegon começasse a me seguir, o Cérbero começou a caminhar ao meu lado no mesmo ritmo que eu enquanto eu ajeitava minha bolsa. Coloquei-a nas costas e subi no Cérbero, no segundo seguinte me agarrei em sua coleira na cabeça do meio e começamos a correr pelas sombras.
 
Assim que Aegon desacelerou constatei que estávamos enfim no Egito... E como saber isso? Estávamos em frente ao museu do Cairo. Pedi que Cerbero ficasse do lado de fora do museu observando quem passava, eu fui para dentro e comecei a andar a procura de um lugar silencioso... No meio do caminho, em um corredor silencioso e vazio tive meus sentidos roubados por uma visão; Cleópatra estava em uma sala bem adornada, não muito luxuosa para uma rainha, mas era de um todo rica e isso me chamava à atenção. Ela caminhava de um lado a outro aflita, de repente um borrão muda a cena e vejo ela entrar novamente na sala, entendi que se tratava de dias mais tarde e que desta vez ela não estava sozinha. Um homem entra e tempos depois morre com uma facada dada por ela mesma após discutir com ela. Em seguida outro homem adentra a sala, este parecia mais rígido e a encarou com furor. Mesmo tentando mostrar seu charme a ele o homem não cedeu, fiquei surpresa, afinal ela era lindíssima, ate eu cairia nos seus encantos. O homem continuou enfurecido e não cedeu à seus charmes e logo, antes que ele pudesse alcançá-la, uma cobra que estava do outro lado do quarto nas sombras surgiu, a serpente subiu por seu corpo e após Cleópatra segura-la com cuidado a cobra deu um bote a mordendo em seu pescoço. A visão ficou turva e uma ventania levou a imagem para longe, em seu lugar comecei a me ver naquela mesma sala, porem mais limpa, vazia e com uma versão mais serena e audível da rainha.
 
Ela me encarou e me cumprimentou, reverenciei assim que notei que era ela mesma — Você é uma alma, certo? — questionei recebendo uma afirmação em resposta — A visão que tive agora a pouco, você em uma sala conversando com dois homens distintos, o primeiro deles morreu, por você, e o segundo a assistiu morrer... por que? — questionei. Logo ela assentiu e me olhou seriamente — Aqueles eram dias após minha derrota. O primeiro homem era Marco Antônio, aquele verme havia me ordenado a fazer as pazes com Otaviano, o segundo homem. Em resposta a seu pedido o matei, para demonstrar que concordava plenamente com seus desejos... O segundo homem, Otaviano, chegou pouco mais tarde, ele queria que eu me rendesse a ele, mas eu me recusava desistir daquela forma. Hera me concedeu meu ultimo desejo, que eu fosse levada por ela para um lugar onde eu pudesse ter conforto e reinar em paz, então, ela me enviou uma de suas cobras para me matar. — confessou calmamente — Mas espera, então você tinha contato direto com Hera? Como?... Ah claro, me lembro agora. Você era uma semideusa, alem disso protegida de Hera... — concordei com a cabeça quando a ficha finalmente caiu e os pontos fizeram sentido — Você era filha de quem? — questionei confusa, ela me deu as costas por dois segundos e falou — Sou filha de Eros, neta de Athena. Minha mãe era filha de Athena e teve a mim com Eros quando ela pediu a ele que enfeitiçasse meu pai, o Faraó, para cair de amores por ela... Claro que com a beleza dela o cupido não se contentou apenas com o desejo — admitiu ela sorrindo de canto de boca. — Quando o Faraó descobriu que eu era filha ilegítima, ele que estava completamente apaixonado pela minha mãe... — ela me encarou e entendi que esse amor era graças às flechas de Eros — Ele não conseguiu renega-la à morte, ele então me assumiu, mas quando seus funcionários de confiança foram despedidos por ele, não demorou para que se tornassem traidores. Logo os boatos de que eu era uma filha ilegítima começaram a rolar. No fim meu poder ficou ameaçado e uma pilha de conseqüências e tomadas de decisão ruins me levaram à aquela guerra.
 
Cleópatra ainda me interrompeu e apressada me disse o que era necessário — Havia um documento assinado pelos funcionários de meu pai envolvidos, e ate mesmo pela minha mãe, alegando que se um dia o fato do meu nascimento fosse revelado, todos, sem exceção, pagariam com a vida pelo crime. Este documento foi enterrado comigo em meu sarcófago, ficou entre meus dedos. Hera pediu que eu lhe contasse isso, espero que ajude. — afirmou a semideusa sumindo após um sorriso gentil.  Eu logo que voltei a realidade fui surpreendida por um funcionário do museu que apareceu a minha frente querendo saber se eu estava bem, já que estava parada inerte — Você pode levar ao sarcófago de Cleópatra? Agora, é urgente. — disse rispidamente. O rapaz hesitou, mas me levou já que eu estava claramente pedindo com educação. Fui o seguindo ate o local e quando vi a placa com o nome dela e então o segurei pelo ombro o virando rapidamente — Por que aqui esta vazio? — assustado ele me responde que ainda é cedo e museus não são lá o passatempo favorito das pessoas, ainda mais em dias de semana — Que conveniente... Sorry. — debocho dele e rapidamente. Logo uso meu Controle das Sombras para envolve-lo em um manto de sombras tão denso que penetra seus pulmões e o faz sufocar silenciosamente. Morto ele cai no chão a minha frente e eu passo por cima dele e corro para o sarcófago.  Fiz então minha armadura das trevas surgir, de repente todo o local ficou negro e eu aproveitando passei minha mão pelo caixa que protegia o sarcófago o fazendo corroer conforme eu o tocava. Quando ele se desfez tirei as partes que ainda me bloqueavam e as torci. Assim que fiz a armadura sumir usei minha adaga de bronze para abrir o sarcófago e por fim procurei entre as mãos dela pelo pedaço de documento que ela tanto falou. Eu sabia que ele provavelmente estaria muito acabado se fosse de um material frágil e eles normalmente são inspecionados não? Ou eu to viajando? Acontece que seja o que for nada estava nas mãos dela. Com raiva soquei a sua múmia e três segundos depois de respirar franzi o cenho arrependida — Desculpa Cleó, são os nervos.
 
Sai do museu pouco tempo depois, tive de correr já que não sabia se alguém estava vindo. Sai pela entrada do museu discretamente depois de guardar minha adaga... No caminho fiz bolas de lasers negros em minha mão e atirei uma em cada câmera que encontrei pelo mesmo trajeto que havia feito até o sarcófago ao lado do funcionário, que por sinal ainda estava caído no chão, mas eu não me importava, quem ligaria? As provas de que eu havia estado ali sumiram assim que destrui as três câmeras. Quando estava prestes a sair senti que Aegon estava com problemas. Peguei meu elmo dentro da bolsa e o transformei em uma tiara de ferros negros que eu coloquei em minha cabeça agarrado à meus cabelos. Tirei minha bolsa e joguei no ar, imediatamente pedi telepaticamente que Aegon a pegasse, o mesmo mordeu a Quimera na pata direita e saltou agarrando minha bolsa com os dentes antes q ela caísse. Já que o elmo escondia minha presença dos humanos e da quimera, usei desta vantagem para atacar o bicho. Aegon estava escondido em trevas atrás de mim, somente eu podia vê-lo e por ele estar próximo eu podia facilmente alcançar minha bolsa — Não saia de perto de mim e não a ataque. — ordenei. Usando o chamado do submundo fiz dois guerreiros esqueleto do exercito de meu pai surgirem para me defender. Inicialmente os ordenei que fossem na direção da quimera que estava atordoada a minha procura, quando os esqueletos surgiram para ela o bicho foi rapidamente na direção deles e eu imediatamente puxei o cordão do meu Arco Demoníaco para fazer uma das flechas surgirem. Puxei a mão que segurava a linha o suficiente para alcançar meu queixo, apoiei minha mão em meu maxilar e alinhei meu cotove-lo, respirei fundo e expirei e acompanhei os guerreiros esqueleto que atacavam a quimera incessantemente. Eles foram eficientes, um deles atingiu-a com a espada no peito e o outro em seu pescoço, a fera estava tão atordoada que cambaleou, quando ela caiu deitada no meu lado oeste semicerrei os olhos e mirei em sua cabeça, soltei a flecha e a vi acertar o bicho em cheio. A flecha atravessou seu crânio e o matou instantaneamente. Logo me levantei e guardei o arco preso em meu peitoral pelo cordão — Sumam daqui. — ordenei aos esqueletos que se desfizeram no chão. Me aproximei do bicho junto de Aegon e criei uma fissura tectônica sob si que o fez cair para dentro dela sumindo. No momento seguinte a fissura sumiu retornando ao que era, pedras.
 
Abri minha bolsa quando estava em um beco longe do Museu, dentro dela guardei meu elmo, retirei de dentro do meu saco de coisas mágicas consumíveis um tubo vermelho de Vitamina Prime, o abri e ingeri todo o liquido sentindo segundos depois um alivio como se tivesse tirado um longo cochilo. Fechei minha bolsa pouco depois — Agora precisamos encontrar aquele historiador e descobrir se ele sabe algo daquele documento. — disse para Aegon enquanto colocava minha bolsa em minhas costas — Você rapaz, vai ficar com meu arco. Venha cá. — ele virou suas cabeças e eu  coloquei meu arco na cabeça do meio encaixado de forma que ele não o incomodasse, por sorte o arco era inquebrável. Ele ficaria nas sombras e ninguém conseguiria ver nem a ele nem ao arco chamativo.
 
Enquanto caminhava pela cidade, pedi que Aegon fosse passear pela cidade sem causar problemas, ele deveria garantir que eu soubesse se outra criatura fosse surgir. Eu não deveria estar sem meu elmo, mas eu precisava estar a vista para encontrar aquele historiador, me misturar e pedir informação era a melhor maneira — Desculpa senhora, você conhece o historiador que publicou a matéria sobre a Cleópatra? Sou uma grande fã do trabalho dele. — ela negou e me deu as costas. Perguntei para a mulher a frente dela e a mesma negou sem hesitar. Continuei andando, ate que esbarrei em um rapaz que passava distraído pela cidade — Desculpe... O senhor pode me ajudar? Estou procurando aquele historiador que publicou a matéria sobre a Cleópatra, sabe se ele mora por aqui? — ele negou com a cabeça e me perguntou meu interesse nele — Desculpe senhor... Ah, Momo. Então, é que eu sou uma fã, queria entrevista-lo para um trabalho de faculdade. O senhor não teria mesmo como me ajudar? — ele negou, mas sorriu — Sei de alguém que pode te ajudar... Venha comigo. — forcei um sorriso e o acompanhei para um lado remoto da cidade, era vazio e as casas distantes, ele então continuou andando ate que em uma rua tranqüila ele me questiona o por que de eu realmente querer entrevista-lo — Como disse, é para um trabalho de faculdade. — ele me perguntou que faculdade, dei um nome qualquer e ele sorridente assentiu. Em uma casa um pouco grande e velha o homem me convidou para entrar, agarrei a alça da minha bolsa com força e por fim entramos.
 
Minha surpresa foi quando, do lado de dentro da casa, o homem disse ser o tal historiador. Ele disse que estava a caminho do museu quando esbarrou em mim acidentalmente. Ele me contou que estava interessado em um furo, havia pesquisado a historia do Egito antigo por anos, mas não havia encontrado nada, até que um dia o museu o convidou para examinar o sarcófago de Cleópatra que estava apresentando alguns sutis defeitos. Ele foi verificar e ficou surpreso quando encontrou, dentro do sarcófago um pedaço de pano velho com escritas antigas levemente apagadas. Ele não conseguiu desvendar grande parte do texto, mas o que ele conseguiu revê-lava que, palavras dele ; ‘Estava escrito que “A verdade sobre a origem da princesa Cleópatra nunca deve ser revelada”. Um pouco depois havia um pedaço que dizia que caso fosse descoberto à traição da rainha, todos iriam... Iriam alguma coisa, não dava para ler mais do que isso’. Ele ainda confessou que se divertiu, afinal, não era interessante que ela tivesse sido protegida pelo rei? Se a origem dela era duvidosa e o rei queria manter isso em segredo, talvez fosse para proteger seu trono. Ele confessou usar da sua ganância para se auto promover e receber fama com a descoberta de que a origem da rainha egípcia era duvidosa e que ela não passava de uma fraude. Naquele instante senti ódio, ele não tinha o menor respeito pelos mortos e aquilo me enfurecia.
 
Levantei abruptamente da cadeira — E onde esta o documento? Posso vê-lo? — tentei me aproximar dele, mas o homem foi mais rápido. Ele sacou uma faca de sua cozinha e a apontou para mim imediatamente. Questionou por que eu estava tão interessada no prêmio dele? Que eu deveria ir embora, mas ele não parou. Antes que eu prever o homem fincou uma faca em meu ombro. Aegon por fim perceberia que eu estava em perigo e viria ate mim, mas antes de ele chegar o homem lutou. Revidei e fui apunhalada na cabeça por uma panela que me fez ficar zonza, eu que era tão boa em reflexos. Sabia que isso era culpa da minha perca de energia recente, então o homem me chutou no peito aos berros dizendo asneiras, berrando que não deixaria que eu pegasse seu maior bem e me jogou dentro de uma sala escura de onde me trancou longe de minha bolsa.
 
Atordoada removi a faca de meu ombro e berrei de dor — Aegon! — o Cérbero então surge arrombando a porta, pude ouvir o estardalhaço do lado de fora. Permiti que ele saísse das sombras para ser visto e assustar o homem — Arromba! — ele então ele usou uma de suas cabeças para morder a tranca e arrombar a porta. Ele rosnou tão alto quando me viu que me fez sorrir — Estou bem, me da isso. — tirei o arco de seu pescoço e o segurei com dificuldade enquanto ia ate a figura apavorada de Momo — Você irritou a pessoa errada! — tentei puxar o fio do arco e mesmo com dificuldade consegui atirar uma flecha nele. A flecha não acertou meu alvo, atingiu sua barriga ao invés do peito — Onde esta o documento?! — berrei usando o braço saudável para apertar a flecha. Ele gritou de dor e mesmo chorando de dores negou. Desta vez fui ate minha bolsa que estava na mesa não longe dali, peguei minha adaga de bronze e com o braço bom o acertei no ombro com força suficiente para quebrar uma caixa de madeira firme, graças à cura maldita pude curar minha ferida. Ele agonizou e gritou de dor e naquele instante, chorando, ele pediu por misericórdia entregando o documento.
 
Fui até seu quarto, sob a madeira abaixo da cama, peguei o documento e retornei para a cozinha onde ele estava jogado. Liguei o fogão e queimei o pedaço de pano que não precisou de muito para se desfazer, afinal ele já estava se despedaçando em minhas mãos — Agora você vai se entender com a deusa que você irritou. — afirmo dando-lhe as costas. Giro meu braço recém curado vendo que estava tudo bem pego minha bolsa, dentro dela pego um saco de pano e coloco as cinzas do documento dentro, vou ate o homem agonizando prestes a morrer e retiro a adaga de seu ombro, usando-a retiro um de seus olhos e corto sua linda, os coloco no saco junto das cinzas e os guardo novamente em minha bolsa — Que meu pai tenha piedade dessa sua alma podre. — assim faço a flecha de sombras sumir o soltando da parede, olho para Aegon e ordeno que ele mate o homem, deixando-o ser devorado pelo meu bichinho de estimação raivoso. Quando ele acaba monto em Aegon. Com minhas coisas todas comigo peguei o meu arco demoníaco e atirei no botijão de gás que estava ao lado do fogão, o guardei preso em meu corpo e me agarrei à Aegon antes de sairmos dali correndo nas sombras.
A casa dele havia explodido o mesmo não mais prejudicaria ou incomodaria Hera e agora eu poderia ir embora daquele lugar e daquela zona. Agarrada a meu Cérbero retornei para o acampamento. Antes de adentra-lo fui para o meio da floresta e invoquei a presença de Hera — Senhora, primeiramente me perdoe pelos meus erros durante a missão, não fui cuidadosa o suficiente. Aqui esta as cinzas do documento que o historiador Momo usou para incriminá-la, estes são seu olho e língua, como prova de que ele não esta mais entre nós para causar problemas. — a deusa agradeceu, de pé agradeci sua confiança em mim e retornei para o meu chalé após vê-la sumir.

Adendos:
Itens:
Arco Demoníaco — Um arco feito de rochas negras tiradas do tártaro, é longo e leve, pesa menos que uma meia. O arco é inquebrável e seu cordão é feito de prata celestial, as flechas surgem quando a semideusa puxa o cordão como quem se prepara para atirar, imediatamente surge uma flecha feita de pura nevoa do terror, uma nevoa tão negra e densa que causa tremor em outros semideuses apenas de olhar. A flecha é altamente perfurante e atravessa qualquer superfície. O suprimento de flechas neste arco é infinito e por regra outras flechas nao podem ser usadas. 

- Elmo das Trevas: Esse elmo pode ocultar cheiro, presença e som do semideus por 2 turnos. Se transforma em um objeto para a cabeça a critério do semideus.

- Adaga de Bronze

- Uma Mochila

[Consumível] • Vitamina Prime [Tubinho transparente com cerca de 15 cm preenchido com um liquido vermelho. | Ao ingerir tal liquido, o personagem recupera automaticamente 100 HP. | Usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] 
Poderes Usados:
Controle das Sombras [Avançado] - Agora o filho de Hades é um perito no controle das sombras, podendo até envolver um oponente completamente, sufocando-o e deixando-o praticamente morto. Gasta entre 10 e 95 pontos de energia.

Armadura das Trevas [Avançado] - Agora pode-se invocar uma armadura completa, feita de pura sombra. A armadura emana uma forte aura sombria, que torna o local muito escuro. Pode ser moldada como quiser. A armadura se torna espeça e as armas de metal comum se corroem em contato com ela ficando totalmente destruídas. (Gasta 100 de energia)

Laser Negro - Uma bola de energia negra se forma nas mãos do usuário, e depois é lançada como uma flecha contra o inimigo, numa grande velocidade, tem efeito perfurante e destrutivo. Gasta 60 de energia.

Chamado do Sub Mundo [Avançado] - Os filhos de Hades podem invocar criaturas do exército de seu pai, agora que já é um especialista no assunto, pode invocar soldados esqueletos de confiança de seu pai, eles serão armados com uma espada de ferro estígio e um escudo de ouro negro, terão vida de 150/150 Hp. Gasta 280 pontos de energia por soldado invocado.

Cura Maldita - Sempre que você ferir um oponente com sua espada/arma, o dano causado nele será revertido, curando você. O quanto de Hp que você irá ganhar, depende da intensidade do ferimento no adversário e da boa vontade do narrador.

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Re: [MISSÃO OP | Gwendolyn Rousteing Hale] A Rainha do Nilo

Mensagem por Perséfone em Dom Out 28, 2018 3:38 pm




Gwendolyn Rousteing Hale


Critérios Avaliativos Padrão

Gramática & Ortografia  - 50%
Desenvolvimento - 30%
Coerência  - 10%
Ações Realizadas  - 10%

Recompens Total: 10.000 EXP & Dracmas 5000 EXP & Dracmas (Redução devido a bênção recebida)

•••

Avaliação

Gramática & Ortografia - 48%
Desenvolvimento - 29%
Coerência - 9%
Ações Realizadas - 10%

Rexompensa Total: 4800 EXP & Dracmas

Bênção Recebida: A Rainha do Nilo - Depois de ter preservado o legado de Cleópatra, a própria rainha do Egito junto com sua patrona, a abençoou com parcela da beleza e inteligência da filha de Eros. Agora, Gwendolyn consegue falar todos os idiomas que a rainha falava com exímia perfeição e possui o conhecimento da história do Egito completo, assim como táticas militares. A semideusa também possui um poder de persuasão, charme e lábia maior que o habitual, que deixa o alvo sobre seus encantos, por 3 turnos. Só pode ser usada 1 vez por missão, evento e similares.

Comentário :

Gwendolyn, eu gostei muito do desenvolvimento de sua missão, e mesmo sendo feita em praticamente em um dia, teve muito mais qualidade que outras ja vistas. Eu descontei alguns pontos em ortografia, porque uma revisão antes, poderia ter diminuído os erros, mas nada gigante. E descontei 1 ponto de coerência porque o historiador era o deus Momo disfarçado, obviamente ele não usaria o próprio nome e obviamente, como Momo é um deus, você não o matou, apenas o baniu para o submundo hovamente. Mas no mais, parabéns campeã!


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Cargo: Não Possui (Virá ser preenchido com emprego se conseguir, ou se é instrutor, de que matéria ou líder de chzle,
Nível: 1
Vida:
100/100  (100/100)

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Re: [MISSÃO OP | Gwendolyn Rousteing Hale] A Rainha do Nilo

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