Lembrará de mim pelo eterno!
Alguns são capazes se perguntar por vezes o quão será sua longevidade. A vida ─ uma dádiva divina ─ concedida aos homens em busca da continuidade, ao meu ver. De acordo com alguns pensadores, baseados em suas mentes evoluídas, este presente não passa de uma propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte. Somos então uma demonstração de que nada eterno? Nossa existência tem fim. A carne é consumida, o carbono é degradado e ao fim da noite, não há mais seu ser. É atormentador imaginar o quão insignificante parece ser. A história irá te esquecer. Nós perdemos entes amados a cada segundo que se passa. E não importa o quanto os amamos, ao longo daquilo que define como "vida", os esquecerá. "A história irá te esquecer", ouso repetir em alto e bom som.

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Mensagem por Elle A. Wolff. Hertzberg em Ter Dez 01, 2015 2:00 pm

elle wolffenbuttel hertzberg

Nome Completo: Elleanorah Makenna Victorie Arkham Wichfeld Neegaard Fürtzmann Holstein Krieger Gähler Linsenbröde Nietzche Löhnhoff Reinhardt Böhr Wolffenbuttel Hertzberg
Progenitores: Macária & Oliver Wolfenbuttel Hertzberg
Idade atual: 19 anos.
Orientação Sexual: Hétero.
Vida Conjugal: Solteira
Grupo Extra: Campeões de Hera / Juno.
Photoplayer: Adelaide Kane.
Amigos: Alguém
Hábitos e vícios: Tirar fotos, pintar, desenhar, tocar seu violão ou um piano.
Maldições&Bençãos: ღ Dominus Sucubus: [Maldição] – {A filha de Macária é nada mais e nada menos que um súcubo. Ela precisa de energia sexual de homens para sobreviver. A maldição foi ativada quando a semideusa fez dezenove anos. Lançada por Éris ao nascer da semideusa.} A semideusa necessita de energia sexual de homens para sobreviver todos os meses, e quando não a tem, começa a sentir fortes dores de cabeça, e seu corpo começa a enfraquecer, podendo levar lá a morte. A energia pode ser conseguida com o ato íntimo, ou com um beijo que dê se a entender para o ato. Quando o ato ou o beijo acaba, o rosto da semideusa se transforma para de um monstro e mata o homem, e a semideusa não lembra se do ato ou o beijo, lembra se apenas da morte, que a consumirá. Possui uma tatuagem no ombro com um coração banhado em sangue no ombro esquerdo para lembrar lá da maldição.

[TRECHO RETIRADO DO DIÁRIO DE ELLE A. WOLFF HERTZBERG]

Acredito que quando se ama alguém e é recíproco, você se torna um pouco vulnerável. Eles têm o poder de te machucar de um jeito que ninguém pode. — Elijah Mikaelson

Talvez ele tenha razão. Talvez o amor machuque, mas sabe? Eu poderia dizer mil e uma mentiras para qualquer um não me machucar. O amor pode parecer uma bobagem, pode parecer uma merda. Mas às vezes, só precisamos de uma boa motivação para ser realistas.

Okay, por que eu estou escrevendo sobre amor mesmo? Vamos ver se eu lembro... Ah! Tá lembrei.

Okay, o amor parece aquelas fantasias de criança, sabe? Que sempre queremos, sempre dá errado e sempre faz com que nos ferremos. O que é óbvio. A vida é um saco, não é perfeita. Todos os lados de uma moeda devem ser analisados na busca do amor.

And I don't know how I can do without, I just need you now.

É. Eu estou ferrada, mais do que nunca. Mas parece que só assim eu aprendo, sabe? Eu preciso tomar o ferro. Eu fiquei tanto tempo no Arkham que a todos que me apeguei, e disseram se importar, quando me abandonaram... Eu me senti só. Eu tenho medo de ser abandonada novamente, tanto quanto tenho de bonecas. SIM EU TENHO MEDO DE BONECAS, MERDA! ATÉ VOCÊ VAI ME ZOAR? AH PELO AMOR DOS DEUSES, MENOS NÉ! AS BONECAS VÃO ME MATAR, CARA ENTENDE ISSO Ç_Ç

E eu também tenho medo de ser perseguida por patos. Aquela tripofobia básica sabe? Sim eu não gosto de ser seguida por patos, dá medo! Aqueles patos em seus pezinhos andando até me darem um bote... Credo! Eu não gosto, licença?

Agora focando no meu medo de abandono, fazendo o favor? Enfim, vamos lá. O básico. Eu só cheguei falando de amor, nem me apresentei, sou uma vadia. Fato.

Enfim. Meu nome é Elleanorah. Eu não gosto muito desse nome. Mentira, eu amo o meu nome, mas gosto que me chamem de Elle. Por quê? Porque assim me sinto única. Mas continuando. Eu nasci em Viena, na Áustria, filha de um importante magnata. Meu pai é bem rico, basicamente. Ele é um empresário bem sucedido. O CEO da Wolf Tec. A empresa rende... O tanto que a CEO Grey rende pro Christian Grey, só que em dobro.

Agora, vamos lá. Eu tenho dezenove anos. E ainda me pergunto o que faço escrevendo aqui. Talvez seja minha forma de chamar a atenção. Mas me ajuda a acalmar. Estranho? Nem um pouco. ~ Leia aqui, Sarcasmo modo online.

Eu também vivi com uma madrasta, o nome dela? Mackenzie. Mackenzie me odiava, era fato. Mackie era uma vadiazinha feita de plástico que esbanjava o dinheiro de papai. Eu sempre soube disso, mas eu falava com meu pai, ele ouvia? Não. Aí eu com 3 anos, esfolei o maldito do gato dela. Papai ficou bravo, mas aí no ano seguinte eu matei o gato. E com 6 anos, matei um cara que me enchia o saco.

Aos meus sete anos, Mackenzie, cofcof, vadia encarnada, cofcof. Convenceu papai de me internar no manicômio da família na Alemanha, o Hospital Internacional Psiquiátrico Elizabeth Arkham: Criminalmente Insanos. É esse lugar é da minha família. Novidade? Não. Eu nunca achei. Papai me colocou lá porque era uma forma dele ainda me controlar. Velho maluco...

Enfim, eu fiquei lá naquele inferno por onze anos. É, eu só sai de lá no ano passado. Na verdade era pra eu estar lá ainda, mas não aguentava aquele inferno e fugi.

I won’t give up on us, even the skies get rough
I’m giving you all my love, I’m still looking up

A realidade dessa música, talvez possa ser: Eu não iria desistir. Eu iria aguentar aquele inferno como fosse, é. Eu aguentei por 11 anos, mas por fim eu fugi.

Aos sete anos, eu cheguei. Meus primeiros meses até foram aceitáveis, mas depois começou a piorar. Eu era escravizada, literalmente. Usavam-me como cobaia para vários experimentos me torturavam e me deixavam sem comer.

Para eu não enlouquecer ali, me conectei as artes e as cores. Era ruim, eu chorava lá todas as noites. As fotos que eu tirava, as pessoas que eu seguia...  Cada foto que eu tirava, era um meio de eu não ter um colapso mental. Tá, eu tenho problemas mentais. Mas também era um meio de me distrair. Tudo que eu fazia fora dos experimentos me distraiam, até os desenhos. As artes foram uma parte fundamental para mim ali.

Eu vivia uma boa vida ali, a comida era boa, eu tinha uma cama e um teto, mas meu pai nunca me procurou. Ali, eu me apeguei a vários pacientes, e quando um morria, a dor do abandono me abatia daí surgiu meu medo de ser abandonada. E meu pai me abandonando ali, só piorava tudo. Na verdade, meu pai até hoje não sabe que não estou em Arkham.

Aos oito anos, começou. Os doutores que faziam minhas experiências: Abrir-me, explorarem meus órgãos, e os enfermeiros, começaram a abusar de mim, e me estupravam constantemente. Aí em um desses dias, eu estava com meu ventre cortado, sangrando, e uma boneca na minha frente. A face da boneca era medonha, e a boneca segurava uma faca. Eu sem duvida estava alucinando, aí a boneca disse: “Eu vou te pegar, princesa!” Ai eu gritei. Apanhei do médico que me abriu o resto da noite, enquanto ele me estuprava.

Eu chorei o resto da noite ali naquela maca. Cada dor, cada raiva que eu sentia ali, me fazia querer mais, sair dali. Eu treinava artes marciais também, afinal, eu tinha que lutar, né?

Aguentei tudo por onze anos, fugi. Fiquei um ano em Londres, e segui um semideus qualquer para o Vilarejo das Hespérides, onde fui reclamada por Macária, e cá estou eu. Essa, é minha história. Eu quero um final feliz, mas é difícil, sabe? Finais felizes não existem. Aceitem isso que dói menos.
— E. W.

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Re: — My Persuasion Can Build A Nation, Endless Power — { R E L AT I O N S H I P }

Mensagem por Elle A. Wolff. Hertzberg em Ter Dez 01, 2015 2:37 pm

Ana Börswevtk
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