Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

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Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

Mensagem por Kael Eltz Dreschler em Ter Dez 01, 2015 9:13 pm



Kael Eltz Dreschler
FILHO DE POSEIDON
16 ANOS
CAMPISTA
VETERANO
GOOD
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CARO CONVIDADO

Este tópico é exclusivo para Kael Eltz Dreschler, sendo assim, todos os posts se não deste ou dos staffs/ADMs serão desconsiderados. Obrigado.

EXTRAS

♦ Arma preferida: Espada
♦ Sonho: Ultrapassar limites.
♦ Medo: Amar.
♦ Progenitor: Poseidon.

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Re: Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

Mensagem por Kael Eltz Dreschler em Ter Dez 01, 2015 9:23 pm



Swords #001
Good morning, Sluts!




[Na época de indefinido]
Acho que se eu estivesse vestido de outra forma, eu estaria me afogando em meu próprio suor, mas por sorte, assim que acordei a primeira coisa que fiz foi vestir-me com um dos meus calções de banho, uma das camisetas que haviam me emprestado, junto a um tênis de corrida, daqueles com molas e superconfortáveis, pois iria para um exercício matinal. Mas acabei na arena, com uma espada - que obviamente não sabia como segurá-la - e um oponente mortal. O tão temido "Boneco".

Realmente, fitar os olhos em um saco de batata cheio de palha é algo perturbador, mas não intimidante. Pelo menos, não para mim, mas para os outros campistas que ali treinavam em uma formação de linha reta, eu já não tinha certeza. Eram no máximo quinze campistas, cada um com sua espada de acordo com o seu tamanho, de acordo com termos e "blá blá blá", mas já a minha espada parecia ter vida própria de tanto que se jogava em direção ao chão e cambaleava semelhante a um de meus ex-colegas quando bêbado.

Atrás de todos nós, o treinador rosnava com sua voz intimidante e seu apito ensurdecedor, ditando a quarta sequência do dia e seus tipos de golpes.

- Sequência quatro; Corte da direita para a esquerda, de cima para baixo! Seguido de uma estocada reversa na costela direita e para finalizar um giro em sentido anti-horário para novamente desferir o primeiro golpe. - O homem parecia adorar adicionar tons mais altos ao final de cada palavra, só para enlouquecer os seus alunos. - Vocês iram fazer isto continuamente, enquanto circulam o seu boneco. Os que conseguirem completar dez sequências consecutivamente, poderão descansar. - Ele ficou em silêncio. - Mas por que diabos, não começaram a fazer ainda? - Assim que proferiu estas palavras eu recebi a indireta mais direta do planeta.

"Não é difícil" muitos pensam, mas muito pelo contrário, segurar uma espada era algo que muitos não conseguiam, motivo para qual optavam por arcos ou lanças. Eu, porém, sentia prazer em segurar aquela lâmina, pois sempre idolatrei filmes medievais e espadachins em filmes, mas isto em nada me ajudou, exceto no modo como empunhar a espada. Já continha um certa informação de como segurar a empunhadura da espada; A mão jamais deve recostar o guarda mão* e muito menos o pomo* da empunhadura, os dedos devem ser distribuídos exatamente no centro, para que não haja desequilíbrio e mal jeito no pulso. Estas informações já me davam uma vantagem sobre os outros, bom, não que isto fosse uma competição, mas bem que poderia.  

Por fim iniciei a sequência;  

Ergui meu braço direito, trazendo a lâmina na vertical. Assim que ela atingiu o topo, girei meu pulso uns quinze graus para a direita, deixando com que a lâmina ficasse em diagonal e seu gume voltado para o Boneco de palha. Levei minha perna direita a frente e em seguida desferi o golpe descrito pelo treinador no boneco, cortando um dos sacos de palha e superficialmente o tronco de madeira. E para finalizar a sequência tentei o giro anti-horário, mas meus pés desengonçados deram um jeito de se entrelaçar no processo e me fazer cair e, por sorte, sem me cortar.

Recebi uma bronca e alguns xingamentos do treinador, mas todas as palavras eu tomei como encorajamento. Ergui-me do chão, limpando a poeira em minha roupa e buscando a espada no chão.

Repeti o processo, mas acabei errando novamente no final. O treinador então veio em minha direção, imaginei que levaria mais algumas broncas, mas recebi dicas.

-Sr.Dreschler, estais trocando os pés. Quando fores iniciar o giro, primeiro jogue seu pé esquerdo um pouco para a esquerda e depois leve sua perna direita para o lado oposto do pé esquerdo, completando uma meia lua, e no momento certo, levante sua lâmina e complete um giro desferindo o golpe em diagonal. - Ele deu de ombros esperando uma resposta. - Entendeu?

- Sim - Menti. Pois entendi somente metade.

O treinador então se afastou e fitou-me esperando um bom resultado. Soltei um sorriso de canto e voltei meus olhos para o boneco.

Aproximei-me do objeto que "Graças aos Deuses" era inerte e avancei meu pé direito um pouco a frente. Enquanto recapitulava as dicas. "Pé esquerdo, pé direito, noventa graus, erguer lâmina, desferir golpe". Mais uma vez pensei que não seria "difícil", porém mais uma vez estava errado.

Desferi o golpe inicial e parti para o giro, afastei meu pé esquerdo, levei minha perna direita para o outro lado, enquanto meu tórax acompanhava o movimento em um semicírculo e meu braço se erguia, levando a lâmina consigo. Estava tudo certo, exceto a maldita empunhadura! A espada escapou de minhas mãos, logo que iniciei  o golpe. A lâmina passou zunindo, como uma hélice de helicóptero, em uma das orelhas do treinador e acertou um dos bonecos atrás dele.

O homem se encolheu no momento, mas assim que o som de um boneco se espatifando no chão se dissipou, ele abriu os olhos que pareciam soltar fogo e arreganhou os dentes e disse se segurando para não gritar como de costume.

- Sr. Dreschler, que tal se sentar um pouco? - Ele perguntou com um tom sarcástico, pois o que ele realmente queria era que eu fosse pra bem longe.

- Mas ele não completou os dez giros! Completou? - Um dos campistas argumentou contra o treinador. O homem ainda com os olhos em mim, respondeu.

- Mas é claro que ele completou os dez giros, você não contou quantas vezes a espada dele girou enquanto quase decepava minha cabeça? - Um tom mais sarcástico tomou sua voz, o que fez todos se calarem. Ele então arqueou as sobrancelhas como se dissesse; "O que você esta fazendo aqui?"

Tentei ignorar a situação e virei-me de costas para ele, iniciando uma breve caminhada para fora dali. A sensação de fuzilamento em minhas costas permaneceu até a minha saída da Arena, logo após isso, comecei a rir feito louco. Situações como estas eram comuns para mim, pois sempre fui o "garoto problema".


Armas Utilizadas:

- Espada da Arena
Poderes e Habilidades Utilizados:

- Nenhum
Observações:

* Guarda Mão: Parte da espada, entre a lâmina e o punho (proteção para as mãos).
* Pomo: Ponta de baixo da espada/punho.

- Espero não estar com a escrita enferrujada.




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Re: Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

Mensagem por Convidado em Qui Dez 03, 2015 5:48 pm



Avaliação

Treino bem escrito, gostei de pontos como a ideia de ser um indefinido e estar lutando pela primeira vez. Porém, fique um pouco atento, caso faça outro treino desse estilo, a por mais erros de alguém iniciante. Fora isso, não vi erros de grafia absurdos.

Recompensas

+ 55 EXP

Perdas: 15 HP/EP

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Re: Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

Mensagem por Kael Eltz Dreschler em Qui Dez 03, 2015 7:03 pm



Monsters and humans
What's the difference?




Respiração ofegante, gotas de suor condensadas em minha camisa agora encharcada, minha mão estendia a força para que o cabo de minha espada não escapasse, meus pés afundavam levemente na areia esperando um avançar de corrida e em minha frente a morte, e ela se aproximava.  Mas não tão cedo.

Naquela manhã eu treinava na arena, o local estava lotado, diversos campistas se enfrentavam, alguns amigos me cumprimentaram, algumas conversas aqui outras lá, mas treinar perfeitamente, não era possível, pois espaço não existia. Depois de ensinar alguns golpes aos novatos, resolvi que tinha de me retirar, não existia porquês de ter permanecido.  Então caminhei até o chalé três. Foi no caminho que meu dia mudou de rumo. – Kael, tome este convite, não pergunte e nem fale nada. Se quiser participar é só comparecer. – Um dos filhos de Ares e parou e entregou um pequeno envelope azul com meu nome escrito.  Percebi que era algo importante, então assenti com a cabeça ao aviso do filho de Ares, logo guardei o envelope em meu bolso e tornei a caminhar para o chalé. Quando adentrei o chalé, repousei minhas armas ao lado da porta e fui até a cama, deitei-me na mesma abrindo o envelope sem que rasgasse seu conteúdo.  O papel dobrado em seu interior era da mesma cor que o envelope, o desdobrei, lendo o convite.

“Caro Sr.Deschler, venho convidá-lo para um treino especial, realizado e inspecionado pelos filhos de Ares.  Sua presença será de nosso agrado, caso queira participar, nos encontre esta noite na floresta, não conte a ninguém, pois isto é secreto. “ Sob a escritura uma rubrica excepcionalmente rabiscada, mesmo assim entendi a escrita. “Austin”.  Um treino “especial”,parecia uma ótima ideia, mas me perguntava se isso era mais uma das brincadeiras sacanas de Austin, até lá tinha tempo de pensar, ainda havia tempo ainda estava ao inicio da tarde, tinha algumas horas para descansar.   Guardei o envelope na gaveta no criado mudo ao lado de minha cama sem levantar da mesma, em seguida recostei minha cabeça o macio travesseiro e adormeci instantaneamente.

Quando o sol se escondeu ao oeste, levantei-me da cama um tanto grogue, aquela sensação de “onde estou?” se estendeu por alguns segundos, até que assimilei minhas lembranças e as coisas que tinha para fazer hoje. Dei alguns passos lentos e fracos até o outro lado do chalé, onde meu baú de roupas e equipamentos se localizava, o abri e peguei minha muda de roupas de corrida, moletons quentes e bem flexíveis para movimentos longos, a vesti e voltei para cama.    Peguei meu cantil de água que estava no criado mudo e prendi em meu cinto, abri a gaveta e peguei o convite da atividade, colocando-o em meu único bolso da calça. Em seguida fui até a porta, coloquei minha aljava de flechas nas costas, segurei em minha mão esquerda o tridente e na direita o arco, pronto para mais uma atividade.  Retirei-me do chalé e fui em direção à floresta.
A lua cheia se estendia ao céus que agora escurecia, e alguns campistas se direcionavam para o pavilhão do acampamento. – Pelos veados de Ártemis, como estou com fome! Porém estou atrasado, já escureceu. – Falava sozinho e ao mesmo tempo olhava para o céu estrelado, devia estar parecendo um maluco para meus colegas , mas me detive a pensar sobre isso e continuei a caminhar, tentando adivinhar como era feita aquela atividade “secreta” dos filhos de Ares e se realmente aquilo não era mais uma das sacanagens das proles da guerra.  Mas logo esqueci as dúvidas, pois já adentrava a mata variada da floresta, escutando sons de gritos, mas não de medo ou “socorro” e sim de “Vai mate-a” “Você consegue” , eram vozes familiares, porém muitas.   Não sabia ao certo o que acontecia, então corri em direção ao local donde vinham as vozes, desviando de galhos baixos, espinhos e raízes expostas.

O caminho não foi extenso como imaginava, pois nem estava ofegante com aquela corrida.  Meu destino estava a minha frente e minhas dúvidas se esvaíram. –Ora, ora... E não é que realmente estavam falando sério. – Os filhos de Ares realmente organizavam uma atividade, em uma clareira. O local era aberto e extenso, nos limites da clareira, diversos campistas gritavam e assistiam algo ao centro do local, uma batalha.  Um campista que aparentava ter minha idade, lutava contra um monstro que conhecia, uma Dracaenae, sorte dele ela ser pequena, caso contrário estaria “morto”,  e por mais que estivéssemos em período noturno, o centro da clareira era bem iluminado. “Trabalho de Ártemis talvez...”, pensei eu, ai estava outra coisa que não tinha certeza, dúvidas e dúvidas, minha vida era assim, minha mente sempre preocupada com as consequências, e no momento a dúvida que reluzia em minha mente era: Será que devo participar? Essa dúvida ecoou em minha cabeça até que Austin me retirou do “transe”. – Kael, que bom que veio... – Ele não me devia achar corajoso o suficiente para aparecer aqui. – Sim vim... O que é tudo isto? – Apontei para a batalha que agora terminava, e logo Austin respondeu. – Um treino com monstros, isso ajuda os campistas em sua perícia em lutas contra os que mais querem nos matar. – Ele observou a luta, fiz o mesmo.  A Dracaenae avançava para cima do jovem campista, alguém tinha de ajudar o garoto.  Austin pensou o mesmo, pois gritou “Agora!”, e uma fração de segundo depois, uma rajada de flechas atingiram a Dracaenae, perplexo com a agilidade e precisão dos tiros, procurei os percursores de tal feito, obviamente eram os filhos de Apolo, alguns seguravam arcos, outros caixas com uma cruz vermelha.   Austin percebeu minha boca aberta, por causa da organização de tal evento. – Esta atividade acontece desde os primórdios do acampamento, organizamos tudo, desde os campistas escolhidos até os filhos de Apolo mais confiáveis. – Meu olhar mais uma vez perplexo, se direcionou ao rosto de Austin. – Confiáveis? – Arqueei uma sobrancelha esperando uma resposta. – Sim, pois isto tudo é segredo, nem mesmo Quíron sabe. – Quíron não sabe... Mais um motivo de me fazer querer entrar. – Então esta atividade é ilegal? – Soltei um sorriso maléfico, Austin me olhou surpreso, ou talvez com dúvidas de que eu contaria ao nosso diretor de atividades. – Me ponha, serei o próximo! – Ele bufou de alivio e disse. – Muito bem, aguarde naquela parte. – Ele apontava para o local nos limites da clareira onde não havia campistas, logo caminhei até lá.

Logo que cheguei ao limite da clareira, Austin me chamou, procurei sua pessoa, logo a encontrei, ele apontava para o centro da clareira, entendi o que ele gesticulava.   Caminhei até o centro da clareira e esperei que alguma coisa acontecesse (monstros), mas nada, então cravei meu tridente na areia úmida e em seguida assoviei o mais alto possível, o som ecoou entre as árvores até sumir de vez, logo outro tipo de som ecoava em resposta. – Mas o que? – Pressionava minhas pálpebras a procura de foco na escuridão que se estendia a minha frente.   Uma... Duas silhuetas se detalhavam entre as árvores e antes que pudessem distingui-las, elas sumiram, pior... Alçaram voo, já temia o que eram.   Colei meu olhar nas silhuetas escuras que voavam sobre as árvores, as mesmas circularam os limites da clareira, dando-me chances de tentar assimilar os corpos, pois o céu estrelado facilitava o trabalho, esmo assim era difícil pois o voo daqueles seres era incrivelmente rápido.  

Os sons agudos cessaram, o silêncio permitiu-me escutar o som de meus batimentos cardíacos, estava nervoso.  Uma espécie de piar agudo ecoou em minhas costas, me virei e por um segundo distingui o ser.  A figura monstruosa mostrava suas asas  e garras, sua penugem era escura, e seu bico parecia afiado, reconhecia aquele monstro, aquela espécie convivia conosco no acampamento. – Harpias! – No meu aviso, o monstro mergulhou voou em minha direção, quando alcançou uma altura rasante a Harpia abriu suas garras, demonstrando sua destreza, mas antes que pudesse me alcançar, mergulhei para o lado em um gesto de desvio, o monstro sem êxito passou reto e com as garras vazias.   Quando me recompus, retirei da aljava em minhas costas uma flecha, posicionando-a no descanso de flechas do arco, e puxando sua parte traseira junto ao cordão de couro, posicionei a mira ao céus, esperando uma nova aparição surpresa da monstra.   Algum tempo depois ela apareceu planando em uma altura de dois metros e ao seu lado uma colega, outra Harpia, menor, mas com as mesmas características.  Atirei a flecha, porém errei.  Temendo o avanço das monstras, catei mais uma flecha, posicionando-as com agilidade e precisão, a mirei no peito da Harpia maior, quando percebeu meu ato, a monstra tomou como um gesto nada adequado – Porém era para minha sobrevivência, totalmente adequado – E logo ela avançou contra mim, novamente abrindo suas garras em uma tentativa de me agarrar.  Acompanhei a Harpia com a mira e flechas pronta, até que no momento de sua aproximação, soltei a corda, a flecha dançou velozmente no ar, até atingir o braço da monstra, e ela perder a aerodinâmica do voo e despencar direto ao chão em minha direita.   Enquanto a Harpia maior estava caída, posicionei mais uma flecha, atirando-a em seguida na Harpia menor, porém a mesma estava em uma distância consideravelmente difícil para mim e fácil para os filhos de Apolo.
Não queria esperar que a Harpia maior se levantasse.   Então me virei e corri por uns dez metros, para longe daquele corpo caído.   Posicionei mais uma flecha, me virando, porém a Harpia menor havia sumido, e no momento que senti sua falta, meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante e minha mão trêmula, pressentia algo ruim. Só fui ter razão daquele pressentimento, quando Austin gritou. – Atrás de você! – Me virei com o arco e flecha pronto, porém lento demais, a Harpia já havia me agarrado pelo ombro, fazendo-me soltar o arco e sentir uma dor imensa, logo ela alçou voo em uma altura consideravelmente fatal, estava em que... Cem metros de altura? Definitivamente iria morrer, mesmo assim...

As garras expressas da Harpia cravaram em meu ombro esquerdo, o sangue encharcava parte de minha camisa, e a dor tomava conta daquele membro.   Tentei imaginar o que a monstra iria fazer comigo, talvez me levar para um covil assustador? Não queria pagar para ver:  Com a mão direita peguei minha caneta do bolso da calça (sempre aparecia ali) e a cliquei, logo a mesma se transformou em uma espada de bronze celestial, presente concedido por meu pai. Tentei acertar sua asas, mas a espada não a alcançava, então cravei até a lâmina atravessar o membro que ela usava para segurar-me, em seguida ela “graniu” de dor, e com um espasmo as garras se abriram, soltando-me para uma queda fatal.

Os ventos zuniam em meus ouvidos, enquanto meus olhos estavam fechados esperando pelo impacto.  “Mas que ótimo, morrerei assim... Que “Heroico”, pensei.  Toda minha vida terminaria ali, e o que as pessoas falavam era verdade; A vida realmente passa em um flash, quando se esta prestes a morrer. Lembrei de minha infância, de meus amigos, desde os da escola, até os do acampamento, Austin, Astar, todos aqueles em que eu confiava, até aquele Pégaso sacana nos estábulos... Isso! Um Pégaso!” Tinha de tentar, era a única forma de sobreviver. Primeiro esvaziei minha mente, tornando-a acessível para um único pensamento. – Hey, pégaso! -  As chances de ele ouvir meus pensamentos e gritos eram poucas, mas minhas esperanças agora estavam nas mãos... Patas de um equino alado. O chão se aproximava, meu coração acelerava e meus olhos se fechavam, era o fim... “Não, não é!” uma voz se mostrou em minha cabeça, era um alivio, um verdadeiro milagre. – Meu amigo, você não sabe o quão feliz estou em te ver. – Falei ao abrir meus olhos e aliviar-me psicologicamente, pois estava sobre as costas de um ser alado, um Pégaso que agora salvou minha vida mais uma vez.   Ajeitei-me sobre sua cela, que por algum motivo estava posta e falei mentalmente. “A questão é a seguinte, duas Harpias, uma caída na clareira sob nós e outra desaparecida e ferida, temos de mata-las” O equino intelectual relinchou ansioso em resposta. Aquele Pégaso gostava de lutar, isso me deu mais vontade de terminar aquela batalha.  

O Pégaso mergulhou entre as nuvens, direcionando-se até a clareira.  Quando nos aproximávamos do local, a Harpia maior já estava levantada e alguns filhos de Ares a atiçavam com lanças, a monstra estava entretida, dando-nos chances para um ataque, “Atinja-a!”.  O Pégaso logo se reclinou mais, fechou suas asas, ele parecia um projétil de penas e cascos, sua velocidade no mergulho era tão alta que meus cabelos sacudiam furiosamente, quando nos aproximamos da clareira, todos os campistas nos olharam perplexos e confusos, mas quando ele a atingiu transformando-a em pó dourado, todos gritaram em ânimo, pois a batalha atinha apenas começado.

Todos os campistas estavam se aproximando de mim, mas logo gritei. – Para trás, a outra ainda esta viva e temo sua volta. – No mesmo instante todos voltaram ao seus lugares no limite da clareira. “Prepare-se!” avisei o Pégaso, e logo me virei a procura de meu arco, com exatidão a luz da lua refletiu no armamento, facilitando sua localização, logo corri em direção a luz que se mostrava entre as árvores, encontrei meu arco, o recolhi e voltei para o lado do equino, e no mesmo instante a Harpia menor voltou, o licor dourado escorria de sua pata e ela parecia enfurecida. – Olá de novo. – No termino de minhas palavras a Harpia simplesmente avançou em minha direção, mas o Pégaso a rebateu feito uma bola de beisebol, utilizando suas enormes asas como bastão.     A monstra caiu no chão, sem esperar caminhei em sua direção lentamente, atirando meia dúzia de flechas e acertando-a.  O equino caminhava ao meu lado esperando sua chance.   A Harpia já não tinha forças para levantar, logo eu disse. – Você mexeu com o semideus errado. – Lancei um olhar para o pégaso como se eu dissesse “Sua vez”, logo o Pégaso rodeou a Harpia até ficar do lado oposto ao meu, ele relinchou e empinou, em seguida suas patas dianteiras desceram velozmente e atingiram as costas da monstra, fazendo-a se desfazer em pó. Eu soltei um sorriso e disse mentalmente à ele: “Eu realmente não sei o que faria sem você”.


Armas Utilizadas:

-Tridente dos mares: Um tridente totalmente de bronze, com pedras de oricalco que enfeitam o equipamento. Desenhos de ondas e seres marinhos estão gravados no metal. As três pontas da arma são totalmente afiadas, podendo cortar facilmente. Nas mãos de um filho de Poseidon esta arma se torna leve feito uma espada.
Propriedades mágicas: Aumenta o poder/eficacia da habilidade de controle sobre a água. Se transforma em um anel de bronze com uma pequena pedra azul, o oricalco. (ITEM OBRIGATÓRIO).

-Lâmina maldita: Espada de bronze celestial com 80 cm de lâmina de dois gumes e um cabo de 15 cm facilitando o uso com as duas mãos. Um pequeno tridente esta gravado na base da lâmina junto ao nome de seu dono.
Propriedades mágicas: Mata monstros com mais facilidade / Se transforma em uma caneta dourada que volta sempre para o bolso de seu dono. (OPCIONAL).

- Arco Envenenado.
- Flechas envenenadas.
Poderes e Habilidades Utilizados:

- Nível 17: Telepatia II – Os filhos de Poseidon podem se comunicar com seres Equinos, mas neste nível podem chama-los a distâncias incríveis com um simples pensamento.
Observações:

• Fiz este treino principalmente para que meu personagem tenha mais experiencia com monstros.
•Não descrevi muito as coisas na introdução para não ficar muito extensa.

BANG BANG.





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Re: Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

Mensagem por Perséfone em Qui Dez 03, 2015 7:51 pm



Avaliação

Seu post foi bem escrito, mas não é digno de 100 EXP, por ter alguns erros, alguns de coerência, falta de vírgula, concordância entre essas coisas, e o que mais vai me fazer te descontar sua recompensa, e que ando vendo em seus posts, é ter dito "Acampamento", sendo que não estamos mais no Acampamento Meio Sangue ou no Acampamento Júpiter. Sugiro revisar melhor seus textos e ler nossa trama.

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40 EXP

Perdas: 40 HP/EP


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Re: Ψ [TREINOS] - Kael Eltz Dreschler Ψ

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